Não costumo pensar demais em finais felizes, embora, todos
nós tenhamos pelo menos uma chance, de terminar tudo isso bem.
A vida é uma caixinha de surpresas, uma hora está um mar de rosas, e de repente... POW! Fica tudo do avesso. Mas isso não significa que devo botar a culpa em qualquer coisa que me venha na cachola...
Já parou pra analisar que mesmo estando errados nós sempre
culpamos os outros? Não nos importamos se isso trará frutos bons. Porém, continuamos aqui, com nossas vidinhas de sempre, planejando mudanças e
não contribuindo para a verdadeira metamorfose. Esquecendo de nos transformar
em borboletas, que deixam as virtudes nos levar. Em contra partida, vivemos
presos nesse casulo, que mais parece um submundo!
A esperança que renasce a cada ano, não é sempre a mesma. Ela muda e se transforma. Se possível, renova, todavia, ela renova você, e não a si própria.
Acredita-se que procuramos muito a fórmula da felicidade, o que acho confuso e incrédulo, ou desnecessário. Mas não posso fazer nada se
estamos em constante movimento, já que a cada passo que damos há um novo
desconforto.
Pode me chamar de ranzinza, rabugenta, infeliz, apenas não ligo, muito pior me importo, porque para mim, hoje, tanto faz como fez.
Agora sai logo desse casulo, e se transforme! Está na hora de virar borboleta, chega de ser uma lagarta presa, liberte-se dai, e vai voar, vai ser livre, vai!
